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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Brincando com as palavras

Aproveito o meu ócio o quanto posso...na falta do que fazer, se vejo um papel em branco eu começo a escrever um monte de palavras, sem nenhuma conexão aparente. A regra é não ter regra, é não ter lógica. Só fazem um certo sentido pra mim. Mas não vale eu explicá-los. Segue abaixo o resultado dessa brincadeira com palavras. Já vou alertando que não é lá essas coisas.

1) Amortecedor

amortecedor
amor
        tece
              dor
a
  morte.

2) Poema de uma palavra só

"amador"

3) #3

amor  Roma

amoraroma

4) #4


Mar 
         
   | -   Elo (perdido)
        
Céu

5) Hai-Kai

Ateia ou à toa?
Não importa,
Eu tô feliz, eu tô de boa!



♫Para ler ouvindo:

Titãs - O pulso

Marisa Monte - Segue o Seco



sábado, 27 de fevereiro de 2010

De poeta e louco, a Shil tem um pouco

Nossa, depois de tanto tempo eu dou as caras aqui!!! Não o abandonei de vez, aliás tenho uns textos acumulados. Simplesmente bateu um imensa preguiça em mim. Imaginem também o que é chegar em casa depois de mais um dia cansativo de trabalho, fico praticamente 6h20 em frente a um computador só ouvindo lero-lero de pessoas que nunca verei na minha vidinha. Sem falar das cobranças daqueles verdadeiros tiranos que só nos enxergam como números e não como pessoas. Isso é demais para minha cabeça! Mas ainda há espaço para momentos lúdicos. Eu tento escrever poesias. Na verdade acho um desrespeito muito grande chamar aquilo que eu escrevo de poesia. Quem aqui após ler um livro de um grande poeta pensa : "eu posso fazer o mesmo!"? Mas quando começamos a tentar colocar a ideia em prática nos damos conta o quanto somos assim, como posso dizer... medíocres (no sentido de medianos). Eu sempre imaginei que os grandes poetas e escritores criassem suas obras quase que instantâneamente, de modo supernatural. Nada disso meus caros amigos. Não basta ser gênio, tem que tranpirar também.

Eu particularmente gosto de fazer aquilo que chamo de "poema-piada", uma criação muito comum no primeiro tempo modernista. São versinhos aparentemente simples, mas se for lido atentamente logo perceberão diversos significados. Claro que eu tô engatinhando nesse ramo. Eu mesma queria ter a sensibilidade de um Manuel Bandeira (meu poeta favorito), mas me falta paciência e talento. Mas não deixo de escrever meus "poemirins".

Papai vai, go away!
Mamãe cry,
Eu bem que avisei!

***

No meio do caminho tinha um merda.
Tinha um merda no meio do caminho.
Pisei.
(desculpa Drummond!)
***

O português, "Terra à vista!"
E o índio,
"Por Tupã, não insista..."

***

Alegria,
Além...
Aleluia!
Amém.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Tire poesia das coisas

Hoje acordei cedo, tomei um café reforçado e me dei ao luxo de ler a minha mais nova aquisição: um livro sobre Chico Buarque e suas composições. Fiquei por uma hora lendo sobre este grande homem, cantor, compositor, escritor e eventualmente peladeiro!!! Mas como o dever me chama, eu fui tomar um belo banho e me arrumar para encontrar o Marquito na Paulista. Tínhamos combinado de nos encontrar às 13h30 próximo ao Conjunto Nacional. Uma coisa que eu estou ciente é o fato do Marquito ter um certo probleminha em chegar no horário marcado, mas às vezes ele extrapola. E fico lá, vejo um ônibus, aguardo a porta abrir, saem muitas pessoas e nada do beleza aparecer. Minha sorte foi eu ter levado meu caderninho de anotações e durante esse tempinho de "chá de cadeira" eu comecei a escrever uma poesia. Tudo bem que eu não sou a expert em compor um poema, tá bem ruinzinho pra falar a verdade. Foi feito numa tacada só. Se bem que há algumas razões para a escolha de certas palavras. Vai aí o que saiu na tarde de hoje, mas creio que eu trabalhe mais em cima dela para que fique mais sofisticada!

Não há mais espaço para o sorriso fingido,
O sorriso afetado,
O sorriso calculado
Para atingir em cheio meu ego reprimido.

Não cabe novamente discutir o já dito;
Velhas marcas do passado,
O coração mal-cuidado,
Para você tornaram-se assuntos proibidos.

Do que me vale ser a eleita
Se sou a segunda opção?
Se nossa relação nunca se indireita

Volto sempre a martelar essa questão.
Finjo absorver toda mentira, inquieta
Até o dia em que não terá direito ao perdão.

É, eu achei meia-boca ainda, não está maduro. Ser poeta é pra quem pode!!! Como invejo o Manuel Bandeira que consegue escrever poemas tão simples mas ao mesmo tempo tão cheios de lirismo...

Por hoje é só.
beijos e boa noite

Ps: ah, ele não demorou muito a chegar e eu tive uma tarde gratificante! Antes tarde do que nunca rsrsrs!

terça-feira, 8 de setembro de 2009